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Um Pouco de História

“Refletir sobre o passado é valorizar os que abriram caminho. A história da humanidade nada mais é do que o resumo dos pequenos atos diários de todos os cidadãos. Mais do que simplesmente viver é preciso que todos trabalhem para transformar sua vida, seu espaço, seu município. Cada um na sua vez. Cada um no seu lugar.” (Vera Lorenzatto – Educadora)

Antes dos portugueses e espanhóis… os indígenas. Mais tarde vieram os gaúchos e os catarinenses. Muitos já pisaram aqui antes de nós. A história é resultado de uma longa caminhada, percorrida e escrita pelo homem.
Segundo o alemão, Curt Unckle, (denominado Curt Nimuendaju pela tribo Apapokuva-Guarani) os tupis predominavam no litoral, nordeste e oeste do estado do Paraná. Deles herdamos nomes, hábitos, costumes. Incluindo o próprio nome do estado do Paraná que vem do Tupi e quer dizer “rio”.
Os índios foram os primeiros a entrarem em contato com os portugueses e espanhóis. No século XVI e XVII a região oeste e sudoeste do Paraná fizeram parte da Província do Guairá, período da posse espanhola e fundação das Missões Jesuíticas que abrigou milhares de índios, sobretudo os Guarani. Vale ressaltar que nessa época Portugal deixou a região do Paraná abandonada. O espaço foi ocupado por outras expedições que exploraram, principalmente, a madeira de lei.
No século XX o território paranaense teve sua ocupação efetivada. Em 1920 uma companhia inglesa iniciou a colonização do norte paranaense. Em 1940 descendentes de imigrantes italianos e alemães, do Rio Grande do Sul e Santa Catarina, colonizaram a região oeste e sudoeste estabelecendo a pequena propriedade, suinocultura e produção de cereais.

O oeste do Paraná era ocupado por empresas de capital estrangeiro com mão-de-obra formada por paraguaios e argentinos. No país existia a preocupação de “nacionalizar as fronteiras”. A idéia tomou força quando a Coluna Prestes (movimento político-militar brasileiro que percorreu mais de 24 mil quilômetros do interior do país abalando o prestígio da República Velha e cooperando para a Revolução de 1930) passou pela região e denunciou a presença de estrangeiros.
Além de nacionalizar as fronteiras, existia o interesse político. Na época – para Getúlio Vargas – ampliar a sua base eleitoral através da migração de indivíduos vindos do Rio Grande do Sul e Santa Catarina para o Paraná simbolizava um passo estratégico

Na área onde se constituiu o município de Nova Santa Rosa a madeira, riqueza natural da época, foi explorada e comercializada principalmente na Europa. A gleba de terras que deu origem ao município foi adquirida da Companhia de Maderas Del Alto Paraná (sociedade inglesa com sede em Buenos Aires).
Fundada em 1946, a Companhia Industrial Madeireira Colonizadora Rio Paraná S/A (Maripá) tinha o objetivo de efetuar a compra/venda de terras, extração, beneficiamento e exportação de madeiras. Sendo assim, a Maripá adquiriu da Maderas Del Alto Paraná a Fazenda Britânia (localizada às margens do Rio Paraná) com a finalidade de fundar a cidade de Toledo. A área correspondia a 100 mil alqueires paulistas e a compra foi efetuada por 15 mil contos de réis. O grupo de homens que fundaram a Maripá era formado por empresários gaúchos, hoje bastante conhecidos na história do oeste do Paraná: Curt Egon Bercht, Leonardo Perna, Dr. Júlio Bastian, Alfredo Pascoal Ruaro, Alberto e Luiz Dalcanalli Filho.
A partir da aquisição da Fazenda Britânia (janeiro de 1946), começaram os trabalhos para colonização da área, até então explorada pelos ingleses. Três anos mais tarde, Willy Barth assume a direção da Maripá em substituição de Alfredo Ruaro. A empresa tomou impulso. Barth tinha profundo conhecimento no setor da colonização e contratou o engenheiro/agrimensor, Gustavo Isernhagen, para fazer o levantamento das vilas, as medições de lotes e chácaras. A iniciativa atraiu a vinda de muitos gaúchos à região, todos a procura de terras.
Segundo Wachowicz com Willy Barth na direção, a nova política não misturava no mesmo local descendentes de italianos e alemães, católicos e protestantes. As comunidades deveriam aglutinar pessoas da mesma origem étnica e religiosa. Elas deveriam conviver pacificamente, com respeito mútuo, porém viver isoladamente. […] Rondon deveria tornar-se um núcleo de origem alemã com características da religião luterana. Indiscutivelmente, era uma visão etnocêntrica, transplantada para a sociedade do oeste paranaense (1997, p. 64).

A idéia da colonizadora era planejar a ocupação do local, conforme a origem étnica e religiosa. Com as pessoas agrupadas desfrutando das mesmas ideologias, costumes e tradições o desenvolvimento seria mais rápido e garantido. Elas deveriam conviver de forma pacífica e ordeira com respeito mútuo, mas separadas em grupos que tinham uma região pré-determinada pela colonizadora para se estabelecer. Dessa forma, isso explica a predominância de determinadas culturas em diferentes municípios vizinhos. O que se percebe é que havia uma estratégia de colonização pensada, a qual explica a identidade cultural, étnica e religiosa. De acordo com Saatkamp, “a seleção era feita pelos próprios responsáveis da Companhia. O interesse maior era por homens ligados ao comércio e a agricultura do interior dos dois estados sulinos.” (1985, p. 4).
A Companhia Maripá estava empenhada, de fato, a colonizar a região. Para isso disponibilizava àqueles que adquiriam terras “no mato distante” toda assistência necessária (hospital, estradas, escolas, igrejas, garantia de colocação de produtos, vias de rápida comunicação) para o estabelecimento das famílias em um novo local.
Depois de dividida, a Fazenda Britânia era formada, aproximadamente, por 10 mil colônias. Devidamente povoada representava a ocupação de 10 mil famílias que passaram a cultivar, produzir e exportar produtos agrícolas e pastoris.
Para organizar a área, muito extensa por sinal, foi necessária a formação de núcleos residenciais. Os núcleos tinham um perfil de pequena cidade com áreas reservadas para praças, passeios públicos, igrejas e formados por casas comerciais, hotéis, escolas, correio, destacamento policial, farmácia. As chácaras eram áreas de terra que circundavam os núcleos com 2,5 hectares. A localização dos núcleos seria determinada pela densidade da população, na proporção que fossem sendo fixadas as residências dos agricultores.

Atraídos pela propaganda de terras produtivas, muitos colonos deixaram suas cidades gaúchas e catarinenses em direção ao oeste do Paraná. Isso em meados de 1953.
As dificuldades começavam na estrada de chão, precária, cheia de buracos e atoleiros em dias de chuva. Eram dias de viagem, pernoitando no meio da mata. Foram necessárias ferramentas (enxadas, correntes, cordas) para realizar o trajeto. Além disso, junto com as famílias vinham os animais domésticos (gado leiteiro, galinhas, porcos, gatos e cachorros) que algumas vezes se perdiam na mata e eram procurados, pois representavam garantia de sobrevivência.
Na região, onde hoje está localizada a cidade de Toledo, as primeiras famílias encontraram a mata fechada e habitada por animais selvagens (cobras, onças, antas, capivaras). Para seguir caminho era preciso empenho. As estradas facilitavam o acesso até Toledo, mas para prosseguir era preciso abrir uma “picada” e possibilitar a passagem dos caminhões de mudança. Para auxiliar as famílias, a Companhia Maripá oferecia estadia aos migrantes em um “rancho”.
Tudo acontecia lentamente. Na época, poucas pessoas tinham poder aquisitivo para ter um caminhão. Por isso, muitas famílias (duas ou três) se aglomeravam em uma mesma condução para chegar até o oeste paranaense. As incertezas e dúvidas do que encontrariam na nova terra eram latentes. Na mudança estavam os móveis, utensílios, ferramentas, cereais, animais domésticos. Tudo que fosse necessário para a garantia de sobrevivência até a adaptação das famílias ao local. Na verdade, eles sabiam que levariam certo tempo para conhecer o lugar, cultivar seus produtos, conseguir produzir o necessário e até um excedente.

Colonização de Nova Santa Rosa
Em sua narrativa, um pouco antes de seu falecimento, o colonizador Reimpoldo Schweig descreveu que no dia – 13 de janeiro de 1953 – utilizando galhos e lona improvisou uma barraca para dormir em meio a mata. Conforme a sua descrição, o local onde ele passou a noite seria hoje nas proximidades da Linha Pietrowski.
Contudo, a data de fundação da colonização do município é marcada pelo dia 19 de setembro de 1954. A maioria dos migrantes era de Santa Rosa, Rio Grande do Sul, de origem germânica. Sendo eles:
-Alberto/Edvino Herzog
-Alfredo Hartwig (1º Comércio)
-Armando Schwinger
-Arnholdo Schütz
-Arno/Marno e Oscar Mittanck
-Arnold Röpke (1ª Carpintaria)
-Asilda Doege Röpke (1ª Professora)
-August Bredlau
-Daniel Oswald
-Erwin Eitel (1ª Ferraria)
-Ewald Dumck
-Fernando Triebes
-Guido Schneider (1º Inspetor)
-Gustavo Fischer
-Henrich Petrowski (Pai de Ivone – 1ª criança nascida em Nova Santa Rosa)
-Jacob Engel
-Leon Kleis
-Leopoldo Friedrich
-Oscar Fruhauf
-Otto Schmidt
-Paulo Weiss (1ª Funilaria)
-Reimpoldo Schweig (1º Sub-Prefeito e Juiz de Paz)
-Reinhold Sommerfeld
-Roberto Waldow (1ª Serraria)
-Theofil Libert (1º Moinho)
-Walter Loffi
Em homenagem as suas origens, os pioneiros batizaram as principais ruas de Nova Santa Rosa com os nomes dos distritos do município gaúcho de Santa Rosa (Boa Vista, Santo Cristo, Horizontina, Três de Maio, Tucunduva, Tuparandi, Campinas, Cruzeiro, Ubiretama, Porto Lucena, Porto Mauá. Além das ruas Toledo, Maripá e Palotina).

Para oportunizar o acesso ao conhecimento foi necessária a implantação de escolas na localidade. Mesmo com pouca estrutura a Escola Municipal de Nova Santa Rosa passou a funcionar em 1954, sendo o primeiro educandário do município. As crianças recebiam a atenção do professor, Erno Wendpap, reconhecido como o primeiro educador. Posteriormente, trazida pela família Hartwig, deu continuidade aos trabalhos, Asilda Doege Röpke, primeira professora do município.
Nascida no dia dois de abril de 1930, em Santa Cruz do Sul, Rio Grande do Sul. Asilda era filha de Helena e Frederico Christiano Doege. Ela se casou com Arnoldo Ropke no dia 23 de fevereiro de 1957, na Linha Dona Otília, na cidade gaúcha de Cerro Largo. Mãe de duas meninas: Cladis Cordola (que futuramente se casou com Jandir Dal´Moro – prefeito de Nova Santa Rosa na gestão 1993/1996) e Claci Clair (casada Silva). Avó de quatro netos: Shelly Cristine Dal´Moro, Sâmara Angélica Da´Moro, Camila Maiara da Silva e Felipe Röpke da Silva.
No ano em que se casou veio para Nova Santa Rosa (distrito de Toledo). Além de educadora, formou os primeiros grupos de jovens e de senhoras dedicando a sua vida a comunidade local.
Em 27 de junho de 1956 foi criada a Escola Marechal Eurico Gaspar Dutra, tendo como professor, Armando Schwingel. Um ano depois o educador deixou suas funções, por motivo de saúde, e tomou posse a professora Asilda, sendo designada diretora do educandário. Em 1959 a estrutura da escola estava localizada na Avenida Santo Cristo, no mesmo local em que atualmente se encontra a Loja Ikert. A educadora Asilda Röpke também lecionou no Orfanato Lar Belém, onde dedicou grande parte da sua vida profissional.
Em 1961 o educandário foi transferido para a Rua Tuparandi e inaugurado em 1º de março. Com o aumento de alunos, a estrutura teve que ser ampliada e, no ano de 1975, iniciaram a construção de quatro salas de aula e dependências administrativas, na Avenida Horizontina. A inauguração aconteceu no ano seguinte.
A Sociedade dos Amigos da Praça, tendo como objetivo construir um ponto central de lazer no município, hoje Praça da Bíblia, articulou a criação da primeira escola particular, considerando que o estado não criava escolas no interior. Em 1964 surgia o Instituto de Ensino Tiradentes que após dois anos de funcionamento foi fechado pela Secretaria de Educação, devido estrutura inadequada.
Como a preocupação com o ensino era prioritária, principalmente para os pais dos alunos, Gustavo Fischer e demais pessoas da comunidade, com o apoio dos deputados, Arnaldo Busato e Egon Pudell, se dirigiram a Campanha Nacional de Escolas da Comunidade (CNEC). Sensibilizado com a questão o professor e administrador da CNEC, João Calisto de Medeiros, autorizou a criação do Ginásio Nova Santa Rosa que iniciou suas atividades em 1967.
Três anos mais tarde surgia o Colégio Comercial Paulo Sarasate, o primeiro da época a oferecer curso de 2º grau em um distrito. O educandário funcionou até o surgimento do Colégio Estadual Marechal Gaspar Dutra. No desenvolvimento das atividades merece destaque o nome de Gustavo Fischer, o primeiro diretor da instituição. Posteriormente, assumiram a função Dr. Manuel Alves dos Santos e Dom Severino Kögl.
O município de Nova Santa Rosa contou com outras escolas, já cessadas, que fizeram parte da história da educação. Todas tiveram suas atividades paralisadas devido o número insuficiente de alunos. Os educandos que permaneciam eram transferidos para as escolas mais próximas.
Escola Evangélica Luterana São Mateus: localizada na Rua Porto Lucena nas dependências da Igreja Evangélica Luterana do Brasil, Comunidade São Mateus.
Escola Rural Municipal Cassimiro de Abreu: localizada na Linha 15 de Dezembro. No registro não constam datas.
Escola Rural Municipal Costa e Silva: localizada na Linha Braço do Norte (distrito de Planalto do Oeste, na época município de Terra Roxa). O senhor, Avelino Bloch, doou o terreno para a construção do educandário no dia 11 de outubro de 1969. A inauguração aconteceu em 08 de março de 1970. A escola cessou as atividades em 1998.
Escola Rural Municipal Flores da Cunha: localizada na Linha Pietrowski (entre Nova Santa Rosa e o distrito de Vila Cristal). Iniciou os trabalhos em 1966 e paralisou suas atividades em 1999.
Escola Rural Municipal Jorge Lacerda: localizada na Linha Brasil. Seu funcionamento foi autorizado em 1971 e a interrupção do ano letivo foi em 1998.
Escola Rural Municipal Machado de Assis: localizada na Linha Jaguarandi (na época distrito de Nova Santa Rosa, município de Toledo). A instalação foi em 25 de janeiro de 1966. O educandário interrompeu as atividades em 1998.
Escola Rural Municipal Machado Lopes: localizada na Linha Guaçu. Iniciou atividades antes de 1968 e cessou no ano de 1998.
Escola Rural Municipal Santa Luzia: localizada na Linha Jundiaí, próxima ao distrito de Vila Cristal. Iniciou aos trabalhos em meados de 1967 e paralisou as atividades em 1998.
Escola Rural Municipal Santa Rita de Cássia: localizada entre os municípios de Terra Roxa e Palotina. Conforme registros, iniciou as atividades antes de 24 de junho de 1972 e o fechamento do educandário ocorreu depois de 1979.
Atualmente, Nova Santa Rosa conta com um Centro de Educação Infantil e quatro Escolas de Educação Infantil e Ensino Fundamental (1ª a 4ª série). Outra instituição de ensino é o Colégio Estadual Marechal Gaspar Dutra que compreende o Ensino Fundamental (5ª a 8ª série) e Ensino Médio (2º grau).
Centro Municipal de Educação Infantil Asilda Röpke: foi fundado em 05 de julho de 1989. Anteriormente era denominada Creche Municipal Alegria Infantil e funcionava em prédio cedido pelo Centro Comunitário Jardim União. Em 29 de abril de 1990 a sede própria foi inaugurada na Avenida Horizontina. Oito anos mais tarde, o município assumiu a responsabilidade de manter a instituição e a mesma passou a ser denominada Centro Municipal de Educação Infantil Asilda Röpke, em homenagem a primeira professora do município. No dia 29 de abril de 2011, o educandário foi transferido para uma nova sede, com mais de mil metros quadrados, no Bairro Recanto Feliz (Mutirão). Durante o ato inaugural, as filhas da educadora Asilda Röpke (Claci e Clair) foram homenageadas. A educadora, Asilda Doege Röpke, faleceu no dia 30 de outubro de 1987, vítima de Câncer.
Escola Municipal Getúlio Vargas (sede): o educandário tinha suas instalações anexo ao Colégio Estadual Marechal Gaspar Dutra. A Prefeitura Municipal, através da Secretaria de Educação, solicitou junto ao Ministério da Educação (MEC) a construção de uma estrutura capaz de atender a demanda. O município foi contemplado com um bloco (quatro salas, área coberta e banheiros). Para ampliar o prédio, ainda mais, foi encaminhado pedido ao Governo do Estado. A Fundação Educacional do Paraná (Fundepar) disponibilizou verbas para a construção de mais três blocos, quadra de esportes, aquisição de equipamentos e móveis escolares. Em abril de 1996, durante as festividades alusivas ao aniversário do município, foi inaugurada a obra.
Escola Municipal Arnaldo Busato (distrito de Alto Santa Fé): fundada em 1967, denominada Escola Padre Júlio Maria, na época pertencente ao município de Palotina. Em 1985 passou a ser denominada como Escola Municipal Arnaldo Busato.
Escola Municipal Santa Terezinha (Vila Cristal): a história do educandário tem suas raízes na própria história da localidade. A colonizadora Maripá, no período de divisão das terras, denominou o local como Vila Cristal, devido às águas cristalinas dos rios. Para a construção de uma escola, a colonizadora doou dois lotes e material. Com o auxílio de membros da comunidade o educandário foi construído na Rua Sete de Setembro. As aulas iniciaram no dia 1º de agosto de 1962 na Escola Vila Cristal Isolada. Em 1970 o educandário passou a ser denominado Escola Santa Terezinha Isolada. Em 1971, Escola Santa Terezinha de Vila Cristal. Dois anos mais tarde, devido o crescimento do local, foi necessário ampliar a estrutura do educandário. Os dois terrenos da Rua Sete de Setembro foram trocados por outros na Rua Santa Catarina. A comunidade com o apoio da Prefeitura de Toledo, sob administração de Avelino Campagnolo, construiu três salas de aula e o educandário, mais uma vez, mudou de nome: Escola Santa Terezinha. Em 1973 foi criado o ginásio por extensão, ligado ao Ginásio de Nova Santa Rosa. No mandato do prefeito de Toledo, Egon Pudell, foi vereador pelo distrito de Nova Santa Rosa, José Luis Dosciatti, que solicitou a construção de uma escola de alvenaria. No dia 29 de abril de 1976, Nova Santa Rosa conquistou sua emancipação e Vila Cristal passou a fazer parte do novo município. Em 15 de fevereiro iniciaram as aulas no Grupo Escola Santa Terezinha de Vila Cristal. A inauguração do educandário só foi oficializada no dia 05 de agosto de 1978. Em 1982 o educandário passou a ser denominado Escola Rural Municipal Santa Terezinha. Em 1983, Escola Rural Municipal Santa Terezinha e, em 1994, passou a ser Escola Municipal Santa Terezinha.
Escola Municipal Willy Barth (distrito de Planalto do Oeste): criada em 15 de dezembro de 1962 iniciou suas atividades no dia 13 de maio de 1963. Em 1980 o educandário era denominado Escola Willy Barth – Ensino de 1º Grau. Em 1982, Escola Rural Willy Barth. Em 1983, Escola Rural Municipal Willy Barth. Em 1992, o educandário sofreu nova alteração em sua denominação passando a Escola Rural Municipal Willy Barth – Ensino de 1º Grau. Em 1998 foi autorizada a funcionar nos termos da legislação vigente a Escola Municipal Willy Barth – Educação Infantil e Ensino Fundamental.
Universidade Aberta do Brasil (UAB): quanto ao Ensino Superior o município vinha suprindo sua carência auxiliando os universitários através de transporte, considerando que um número elevado de estudantes se dirigia a municípios vizinhos para obter a graduação. Devido às solicitações da comunidade a Administração Municipal, através da Secretaria de Educação, solicitou apoio para viabilizar a instalação de uma instituição de Ensino a Distância. Em fevereiro de 2008, especialistas do Ministério da Educação (MEC) visitaram o município e avaliaram a estrutura (dependências da Escola Municipal Getúlio Vargas) que abrigaria as instalações do pólo da Universidade Aberta do Brasil (UAB), modalidade a distância, tendo como coordenadora a educadora, Ani Marli Kamien. A ação contou com o apoio do deputado federal, Hidekazu Takayama. No dia 28 de setembro era realizado o primeiro vestibular da UAB, coordenado pela Universidade Estadual de Maringá (UEM), com 50 vagas para o curso de Pedagogia. Ao todo, 98 pessoas concorreram às vagas ofertadas. No dia 25 de outubro de 2009, acontecia no município o 2º vestibular. Na oportunidade foram disponibilizadas 50 vagas para o curso de Administração Pública, 50 vagas para Letras e 25 para História.

Bibliografia Consultada
SAATAKAMP, Venilda. Desafios, lutas e conquistas: história de Marechal Cândido Rondon. Cascavel: Assoeste, 1985.

SEYFERTH, Giralda. Imigração e Cultura no Brasil. Brasília: Editora da Universidade de Brasília, 1990.

WACHOWICZ, Ruy. História do Paraná. Curitiba: Imprensa Oficial do Paraná, 1997.

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