Secretaria de Educação e Cultura

Escolas

Secretária de Educação e Cultura, Nilza Siewert Gerling.

Secretária de Educação e Cultura

Nilza Siewert Gerling

Da Secretaria de Educação e Cultura

A Secretaria de Educação e Cultura compõem-se das seguintes unidades administrativas:

I – Departamento de Ensino;

II – Departamento de Cultura: a) Coordenadoria Cultural; b) Unidade de Atividades Culturais; c) Unidade de Artes Cênicas, Visuais e Musicais. Art. 32.

À Secretaria de Educação e Cultura compete:

 I – prestar assessoria ao Chefe do Poder Executivo na formulação da política educacional e cultural do Município;

II – promover a elaboração e execução do plano municipal de educação, em consonância com os sistemas federal e estadual de educação;

III – supervisionar e controlar a ação da administração municipal relativa à educação do Município;

IV – promover a execução de convênios educacionais, firmados pelo Município, exercendo sua coordenação ampla, acionando seus membros e fiscalizando sua execução;

V – desenvolver programas pedagógicos, objetivando o aperfeiçoamento do professorado municipal, dentro das diversas especialidades, buscando aprimorar a qualidade do ensino municipal;

VI – promover a educação infantil e fundamental à população ou através do ensino pré-escolar e de primeiro grau e do combate ao analfabetismo, promovendo de condições necessárias a sua efetivação com a assistência social, sanitária, psicológica, de material e de alimentação escolar, bem como de programas de apoio ao educando;

VII – propor ao Chefe do Poder Executivo a celebração de convênios com instituições de natureza oficial e ou particular;

VIII – promover as manifestações culturais e de lazer, objetivando o desenvolvimento das comunidades urbanas e rurais do município;

IX – promover a divulgação dos recursos turísticos e os calendários de festividades típicas e regionais do Município, objetivando manter vivas as tradições e festas populares que de alguma forma manifestem a cultura regional do Município;

 X – desempenhar as demais atividades correlatas que lhe forem determinadas ou delegadas.

À Unidade de Contraturno Social incumbe:

I – prestar assessoria ao Chefe do Poder Executivo na formulação da política educacional coordenando, supervisionando e executando planos, programas e projetos municipais de educação;

II – promover a elaboração e execução do plano municipal de educação, em consonância com os sistemas federal e estadual de educação;

III – criar mecanismos de articulação com entidades, sistemas de ensino e setores sociais.

IV – executar os programas suplementares de alimentação e assistência à saúde, transporte e material didático do estudante;

 V – coordenar, supervisionar e executar programas especiais de ensino e de administração, inclusive os celebrados mediante convênios ou parcerias com entidades governamentais e não governamentais;

 VI – promover a execução de convênios educacionais, firmados pelo Município, exercendo sua coordenação ampla, acionando seus membros e fiscalizando sua execução;

VII – desenvolver programas pedagógicos, objetivando o aperfeiçoamento do professorado municipal, dentro das diversas especialidades, buscando aprimorar a qualidade do ensino municipal;

VIII – promover a educação básica ou fundamental à população do Município e ao combate ao analfabetismo, provendo de condições necessárias a sua efetivação com a assistência social, sanitária, psicológica, de material e de alimentação escolar, bem como de programas de apoio ao educando;

 IX – propor ao Chefe do Poder Executivo a celebração de convênio com instituições de natureza oficial e/ou particular;

 X – coordenar, supervisionar e executar programas especiais de ensino e de administração, inclusive os celebrados mediante convênios ou parcerias com entidades governamentais e não governamentais;

XI – promover a educação básica ou fundamental, infantil, especial, de jovens e adultos à população do Município ou através da educação integral e de combate ao analfabetismo, provendo de condições necessárias a sua efetivação com a assistência social, sanitária, psicológica, de material e alimentação escolar, bem como de programas de apoio ao educando;

XII – propor modificações e medidas que visem à organização, expansão e aperfeiçoamento do ensino;

XIII – zelar pelo cumprimento dos dispositivos constitucionais referentes ao direito à educação, inclusive no que tange à destinação de recursos para a universalização da alfabetização;

 XIV – desenvolver programas pedagógicos, objetivando o aperfeiçoamento do professorado municipal dentro das diversas especialidades, buscando aprimorar a qualidade de ensino no Município;

 XV – desempenhar as demais atividades correlatas que lhe forem determinadas ou delegadas. Art. 34.

Ao Departamento de Cultura incumbe:

 I – promover as manifestações culturais, objetivando o desenvolvimento das comunidades urbanas e rurais do Município;

II – promover a divulgação do calendário de festividades típicas do Município, objetivando manter vivas as tradições e festas populares que de alguma forma manifestem a cultura do Município;

III – promover a execução de programas e campanhas culturais, difundir e estimular a cultura em todos os seus aspectos;

 IV – executar programas artísticos e folclóricos, proteger o patrimônio histórico e cultural do Município;

V – articular-se com os organismos congêneres do Município, ou fora dele, visando o incentivo das atividades culturais;

 VI – propor a execução de convênios culturais com entidades públicas federais, estaduais e municipais;

VII – realizar concursos literários, propondo a instituição de prêmios aos vencedores;

 VIII – cooperar com a realização das semanas de cursos, congressos, reuniões, festividades de caráter sociocultural de interesse da população;

IX – promover a ornamentação da cidade para as festividades tradicionais,

 X – manter o controle e uso dos equipamentos audiovisuais sob sua responsabilidade;

 XI – organizar um sistema de informações culturais, artísticas e do patrimônio histórico;

XII – desempenhar as demais atividades correlatas que lhe forem determinadas ou delegadas. Art. 35.

 À Coordenadoria Cultural incumbe:

I – coordenar as ações culturais desenvolvidas pelas unidades responsáveis;

 II – coordenar, apoiar e divulgar atividades culturais e comunitárias em andamento;

III – supervisionar a equipe responsável pela promoção de eventos culturais, cívicos e outras atividades artísticas no âmbito do Município;

IV – supervisionar a execução dos projetos culturais;

 V – participar de planejamentos estratégicos em sua área de atuação;

VI – desempenhar as demais atividades correlatas que lhe forem determinadas ou delegadas. Art. 36.

 À Unidade de Atividades Culturais incumbe:

I – organizar, planejar e incentivar as festas comemorativas, cívicas dentre outras;

 II – promover, incentivar e organizar eventos e atividades culturais, como forma de alcançar o entretenimento saudável do cidadão;

III – organizar as inaugurações de obras executadas pela administração municipal, obedecendo as diretrizes legais;

 IV – promover eventos culturais, atendendo os bairros, vilas e distritos do Município;

 V – coletar, sistematizar e disponibilizar dados relacionados à programação e produção em cada uma das áreas, visando, principalmente, à obtenção de subsídios para a definição dos eventos da Secretaria;

VI – estimular a participação da comunidade na programação, produção e avaliação de atividades em cada uma das áreas de atuação;

VII – promover a participação do município em eventos artísticos e culturais de caráter popular;

VIII – desempenhar as demais atividades correlatas que lhe forem determinadas ou delegadas. Art. 37.

À Unidade de Artes Cênicas, Visuais e Musicais:

I – planejar, controlar e desenvolver a execução de artes cênicas envolvendo teatro, dança, circo, dentre outras;

II – planejar, controlar e desenvolver a execução de artes musicais nos seus mais variados tipos e estilos, apresentação de coral, banda e fanfarra, dentre outras;

III – planejar, controlar e desenvolver a execução de artes visuais envolvendo fotografia, artes plásticas e artes gráficas, dentre outras;

IV – organizar e manter inventários dos bens destinados ao desenvolvimento de suas atividades;

V – promover a criação e o desenvolvimento das artes, por meio de cursos e oficinas;

 VI – incentivar a criação de grupos folclóricos no Município;

VII – desempenhar as demais atividades correlatas que lhe forem determinadas ou delegadas.

SECRETARIA DE EDUCAÇÃO E CULTURA
Avenida Tucunduva nº 833 – Centro
CEP 85930-000
Nova Santa Rosa – Paraná

Contato:
(45) 3253 1144

Ramais:
205 – Secretária
204 – Coordenação Pedagógica
212 – Transporte Escolar/ Financeiro
230 – Documentação Escolar

E-mails:
deptoeducacao@novasantarosa.pr.gov.br – Documentação Escolar e Coordenação Pedagógica
educacao@novasantarosa.pr.gov.br – Secretária
educacaofinanceiro@novasantarosa.pr.gov.br – Financeiro

cultura@novasantarosa.pr.gov.br – Departamento de Cultura

ESCOLA MUNICIPAL GETÚLIO VARGAS – Sede
Telefones: (45) 3253 1646/ (45) 3253 1144 – Ramal: 485
Email: emgv@novasantarosa.pr.gov.br
Diretora: Neiva Rosana Ragasson

ESCOLA MUNICIPAL ARNALDO BUSATO – Alto Santa Fé
Telefones: (45) 3253 1136/ (45) 3253 1144 – Ramal: 495
Email: emab@novasantarosa.pr.gov.br e escolaarnaldobusato@gmail.com
Diretora: Marlice Inês Friedrich Gomes

ESCOLA MUNICIPAL SANTA TEREZINHA – Vila Cristal
Telefone: (45) 3253 1144 – Ramal: 481
Email: emst@novasantarosa.pr.gov.br
Professora responsável: Simone Patrícia Thiel

ESCOLA MUNICIPAL WILLY BARTH – Planalto do Oeste
Telefones: (45) 3332 0071/ (45) 3253 1144 – Ramal: 490
Email: emwb@novasantarosa.pr.gov.br / escolawb@gmail.com
Diretora: Queila Cristina Hafmann Zimmermann

SECRETÁRIA DE EDUCAÇÃO E CULTURA
Nilza Siewert Gerling

COORDENAÇÃO PEDAGÓGICA
Ana Carla Ruckhaber
Nelci Vinciguerra Schmidt
Roselaine Lovatto Stübbe

CHEFE DO SETOR ADMINISTRATIVO ESCOLAR
Tatiane Moraes Dierings

TRANSPORTE ESCOLAR/ FINANCEIRO
Claudiane Buchhorn Ferler

MOTORISTAS
Cilas José Vicente
João Valdivieso
Jose Valdeci Alves
Vilmar Schweig
Vilson Kerber
Vilson Petrakowicz
Waldinei Martins Da Cruz
Wernei Edilar Dockhorn

NUTRICIONISTA ESCOLAR
Daiane Karine Dierings

CENTRO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO INFANTIL APRENDER, BRINCAR E CRESCER – ABC
Telefone: (45) 3253 1144 – Ramal: 371
Email: cmeiabc@novasantarosa.pr.gov.br
Diretora: Eliz Angela Schmidt

CENTRO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO INFANTIL ASILDA RÖPKE
Telefones: (45) 3253 1589/ (45) 3253 1144 – Ramal: 331
Email: cmeiasilda@novasantarosa.pr.gov.br
Diretora: Joselaine Genevra Bloch

‘A UNIÃO FAZ A VIDA’ – SICREDI
O Programa “A União Faz a Vida”, idealizado pelo Sicredi e desenvolvido em parceria com a Prefeitura Municipal de Nova Santa Rosa nas escolas municipais. O Programa tem como objetivo a construção e vivência de atitudes e valores de cooperação e cidadania, contribuindo para a educação integral de crianças e adolescentes, em âmbito nacional.
No ano de 2007 os professores receberam capacitação através de cinco seminários com os temas: Cooperação e Cooperativismo; Escola e Metodologias cooperativas; Ambiente, sustentabilidade e cooperação; Escolar e relações cooperativas na sociedade e Institucionalização das relações cooperativas no âmbito escolar.

NUTRICIONISTA NA ESCOLA
O trabalho do Nutricionista na escola tem como objetivo fazer uma reflexão sobre a educação alimentar e nutricional no contexto da promoção das práticas alimentares saudáveis, apontada como importante estratégia para enfrentar os novos desafios no campo da saúde, alimentação e nutrição.
O Nutricionista realiza triagem junto aos alunos verificando estatura/peso/idade e ao detectar problemas leva ao conhecimento dos pais da criança para rever a alimentação e realizar reeducação alimentar com o mesmo. Também dá importância a divulgação de campanhas através de palestras que possam esclarecer às crianças sobre uma vida mais saudável através da alimentação.

AGRINHO
As cartilhas do Programa Agrinho, desenvolvido pelo SENAR, são trabalhadas pelos professores, que incentivam os alunos a participarem do concurso. Sempre abordando temáticas importantes e que fazem parte da realidade dos educandos, este projeto, além de explorar o conhecimento, também contribui para que o aluno cultive o hábito de escrever, incentivando a produção de texto.

PROGRAMA MAIS ALFABETIZAÇÃO
O Programa Mais Alfabetização – PMALFA, instituído por meio da Portaria MEC nº 142, de 22 de fevereiro de 2018, é uma estratégia do Ministério da Educação – MEC, que visa fortalecer e apoiar as unidades escolares no processo de alfabetização dos estudantes regularmente matriculados no 1º ano e no 2º ano do ensino fundamental.
O Mais Alfabetização fundamenta-se na Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional – LDB, Lei nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996, que determina o desenvolvimento da capacidade de aprender, tendo como meios básicos o pleno domínio da leitura, da escrita e do cálculo.
O objetivo do PMALFA é fortalecer e apoiar as unidades escolares no processo de alfabetização – para fins de leitura, escrita e matemática – dos estudantes no 1º ano e no 2º ano do ensino fundamental. Para isso, o Ministério da Educação garantirá apoio adicional – prioritariamente no turno regular – do assistente de alfabetização ao professor alfabetizador, por um período de cinco horas semanais para unidades escolares não vulneráveis, ou de dez horas semanais para as unidades escolares vulneráveis.

EDUCAÇÃO AMBIENTAL
A Educação Ambiental (EA) busca um desenvolvimento alternativo e responsável, construindo um meio de vida onde reinem relações harmoniosas entre as pessoas e o seu meio, procurando melhorar a qualidade das condições ambientais e humanas. No trabalho da EA um aspecto muito importante ligado à reflexão critica da própria pratica é o de não somente buscar soluções que sejam adequadas para os problemas existentes, mas sim, procurar desenvolver ações preventivas a fim de evitar e/ou reduzir o problema ambiental.
O Programa “Cultivando Água Boa” desenvolve uma ampla rede de ações desenvolvidas pela Itaipu e seus parceiros nos municípios que formam a Bacia Hidrográfica do Paraná 3 já está presente em nosso município há mais ou menos 10 anos. O município tem participado de eventos e vem desenvolvendo projetos em parceria com a Secretaria Municipal de Educação e Cultura; Secretaria de Agricultura, Meio Ambiente e Infraestrutura, e Itaipu Binacional.
A Educação Ambiental busca um desenvolvimento alternativo e responsável, construindo um meio de vida onde norteiam relações harmoniosas entre as pessoas e o seu meio, procurando melhorar a qualidade das condições ambientais e humanas. No trabalho da EA um aspecto muito importante ligado à reflexão critica da própria pratica é o de não somente buscar soluções que sejam adequadas para os problemas existentes, mas sim, procurar desenvolver ações preventivas a fim de evitar e/ou reduzir o problema ambiental, através de um amplo processo de sensibilização e capacitação formal e informal realizado em diversas ações de Educação Ambiental, o Programa busca um futuro sustentável para as comunidades do entorno, priorizando o acesso ao conhecimento, as escolas do município desenvolvem projetos Ecopedagógicos e com base na cartilha “A Carta da Terra para crianças” são realizados trabalhos pedagógicos sempre que se fala em mudança cultural, é preciso ter ciência de que o primeiro passo é sensibilizar as pessoas, isto é, tornar a causa parte dos seus valores, despertá-las para a ética do cuidado, o sentimento de compromisso. Para isso, o Programa Cultivando Água Boa prioriza o acesso ao conhecimento. Por meio de educação formal e informal, trabalha-se o entendimento da questão pelas pessoas.

PROGRAMA SAÚDE NA ESCOLA (PSE)
O Programa Saúde na Escola (PSE) é uma política intersetorial da Saúde e da Educação voltada ao desenvolvimento de ações que buscam contribuir com a formação integral do estudantes da rede pública de educação básica, por meio de ações de prevenção, promoção e atenção a saúde.
A iniciativa parte do entendimento de que a escola como espaço de relações é ideal para o desenvolvimento do pensamento crítico e político, fundamentais para a construção de valores pessoais, crenças, conceitos e maneiras de conhecer o mundo e determinantes para a produção social da saúde.

JOVENS EMPREENDEDORES PRIMEIROS PASSOS (JEEP)
Jovens Empreendedores Primeiros Passos (JEPP) é um programa desenvolvido pelo SEBRAE que trabalha com uma proposta de educação empreendedora. Destinado aos anos iniciais do Ensino Fundamental, o curso procura apresentar práticas de aprendizagem, considerando a autonomia do aluno para aprender e desenvolver atributos e atitudes necessárias para a gerência da própria vida, pessoal, profissional e social.

COOPERJOVEM
O Programa Cooperjovem foi adotado pelo Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo (Sescoop) com o objetivo de fomentar o cooperativismo por meio da escola, e é desenvolvido com alunos do quarto ano em parceria com a Prefeitura Municipal de Nova Santa Rosa na Escola Municipal Willy Barth, com o objetivo de preparar os alunos para a formação cooperativa partir da inserção de uma proposta educacional, baseada na relação ensino-aprendizagem, construída a partir dos princípios, valores e da prática da cooperação que embasam a doutrina do cooperativismo.
O estabelecimento do diálogo entre educador e educando facilita a integração e cria um clima de confiança, respeito e cooperação, ou seja, a escola é uma extensão da família e da comunidade no geral.
O Programa Cooperjovem desenvolve ações as quais refletem pontos positivos evidentes para a sociedade:
– estímulo à formação profissional, cooperação, voluntariado e solidariedade;
– capacitação de professores;
– fortalecimento da cultura do cooperativismo;
– alternativa para inserção do jovem no mercado de trabalho; e
– estímulo à formação de novos empreendimentos cooperativos.

JUSTIÇA E CIDADANIA
O projeto idealizado pelo Poder Judiciário, do Fórum de Marechal Cândido Rondon. Tem como objetivo promover contato direto dos estudantes com o Poder Judiciário, levando noções de Justiça e Cidadania para os alunos dos 5º anos do Ensino Fundamental.
Entre as diversas atividades desenvolvidas durante o projeto, uma delas é a visita dos alunos ao Fórum para uma conversa com o Juiz, Dr Renato Cigerza, seguida de visitação das instalações do prédio do fórum.
Para conclusão do Projeto, os alunos são orientados pelos professores, a produzir redações sobre o tema, sendo escolhidas as três melhores produções de cada escola e enviadas ao Fórum para participar do concurso de melhor redação, receberam medalhas como premiação do resultado das melhores redações entre os alunos das escolas municipais. A melhor redação entre os alunos premiados por município recebe um tablet.

PROERD
O Proerd é um programa desenvolvido nas escolas com os alunos dos 5º anos e tem como objetivo transmitir uma mensagem de valorização à vida, e mostrar a importância de manter-se longe das drogas e da violência. O programa é pedagogicamente estruturado em lições ministradas obrigatoriamente por um policial militar fardado, que além da sua presença física em sala de aula como educador social, propicia um forte elo na comunidade escolar em que atua, fortalecendo o trinômio: Polícia Militar, Escola e Família. Os policiais militares são treinados e preparados para desenvolver o lúdico por meio de uma metodologia especialmente voltada para as crianças e adolescentes. O programa oferece em linguagem acessível às faixas etárias que se direciona, uma variedade de atividades interativas com a participação de grupos em aprendizado cooperativo, atividades que foram projetadas para estimular os estudantes a resolverem os principais problemas na fase em que se encontram vivendo. Além disso, o Proerd reforça a importância da amizade e supervisão dos pais com os filhos.
Após quatro meses de curso as crianças recebem o certificado PROERD, na ocasião prestam o compromisso de se manterem afastados e longe das drogas e da violência.

EQUIPE

DIRETORA
Neiva Rosana Ragasson

COORDENAÇÃO
Andréia Letícia Batchke de Almeida
Luana Vanessa Henz
Rafael Angelo Speck

SECRETÁRIAS
Elizandra Eliza Zwick
Dulcinéia Luzia Siller Pruinelli

INSPETOR DE ALUNOS
Beno Baumgart

MERENDEIRAS /ZELADORAS

Merendeira Neusa Nadir Grunewald Gürtler
Merendeira Raquel Soares
Zeladora Juliana Cândido de Lima Rodrigues
Zeladora Lovani Stiebe Petrakowicz
Zeladora Maria Marta Barbosa Loeblain
Zeladora Valdete Leite de Souza
Zeladora Valdina Dreissig
Zeladora Faustina Dreissig

PROFESSORES

Alexandra Klaus Mundt
Charlene Andréia  Sott Doerner
Cíntia Renata Schnitzer Limberger
Claudinéia Zelenski
Cledia Janete Vinciguerra Diniz
Daniele Volkmer
Danieli Gerke Fernandes
Denise Marlene Pagé
Dilena da Silva
Edelmaris Lasch Fey
Elenir Mittanck Bourscheid
Eliane Englert Hettwer
Elisangela da Silva Grande
Fabiana Moreno Silveira Batista
Gerson Jair Schulz
Graciela Aparecida Gregory Finkler
Ines Krüger Moura
Ingetraud Weber Zimmermann
Izabel Ferreira dos Santos
Kerlyn Tatiana Schulz Niesvald
Lays de Moura Santos
Leidismar Cristina Teixeira de Souza
Liane Adiers Frederico
Lili Maidi Wutzke Castilho
Luciane Krug
Luiz Fernado da Silva
Maicon Euzebio da Silva
Mariane Genevra Schiewe
Micheli Danzer
Rosane Schenknecht Lopes Messias
Sandra Luiz dos Santos
Sheila Fabrícia Schimanko
Simone Cristina Olivo
Suelyn Conceição Hagge
Vera Lúcia Lorenzatto


HISTÓRICO
A Escola Municipal Getúlio Vargas – Educação Infantil e Ensino Fundamental – Anos Iniciais, está situada à Avenida Horizontina, nº 1,033, Centro, no Município de Nova Santa Rosa, na Região Oeste do Estado do Paraná. Mantida pela Prefeitura Municipal deste Município, através da Secretaria Municipal de Educação e Cultura, pertencente ao NRE (Núcleo Regional de Educação).

A Prefeitura Municipal, através da Secretaria de Educação, Cultura e Esporte, encaminhou expediente ao Ministério da Educação e Cultura (MEC), solicitando a construção de uma escola municipal, que funcionava junto com o Colégio Estadual.

Com o nome de Grupo Escolar Marechal Gaspar Dutra, na época pertencente ao Município de Toledo, em 1956 iniciaram-se as atividades escolares no Município de Nova Santa Rosa.

Em 1992, com a Municipalização do Ensino, passou a denominar-se Escola Municipal Getúlio Vargas- Ensino Pré-escolar e de 1º Grau, autorizada pela Resolução n° 238/96- D.O.E 12.01.1996, a Resolução 4996/92 de 18 de dezembro de 1992, autorizou o funcionamento das quatro séries do 1º grau na Escola Municipal Getúlio Vargas. Através da Resolução nº 238/96 de 12 de janeiro de 1996, foi autorizado o funcionamento do Curso de Educação Infantil na modalidade de jardim III, uma vez que o Pré-Escolar já tinha sido autorizado, pelo prazo de 3 anos.

Em conformidade a Deliberação nº 003/98 aprovada sob o processo n° 282/98 do Sistema Estadual de Ensino a Escola passou na denominar-se Escola Municipal Getúlio Vargas – Educação Infantil e Ensino Fundamental, passando a ter como mantenedora a Prefeitura Municipal do Município de Nova Santa Rosa.

A Escola Municipal Getúlio Vargas, é estritamente urbana, com alunos que fazem uso de transporte escolar para vir à escola. Os níveis e modalidades de ensino, ofertados pela escola são Educação Infantil – 4 e 5 anos, Anos iniciais do Ensino Fundamental – 1º ao 5º ano e Classe Especial.

Em abril de 1996, durante as festividades alusivas ao aniversário do Município , foi realizado o evento de inauguração das dependências da escola, e no início de maio do mesmo ano as aulas passaram a ser ministradas no atual educandário, tendo como gestores os seguintes Professores: Hari Baumgart (1994/1995), Carla Patrícia  Schutz Henz (1996), Ivani Dockorn (1997/1998), Liliane Wagner (1999/2000), Maria Lisete Sackser (2001/2004), Ana Carla Fruling (2005), Ivani Dockorn (2006/2009), Nilza Siewert Gerling (2010/20013) Clarice Marlise Selke Layter (2014/2017).

A Lei Federal nº 9394, de 20/12/96, Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, conhecida como Lei Darcy Ribeiro, estabelece que a “Educação é dever da família e do Estado, inspirada nos princípios de liberdade e nos ideais de solidariedade humana, tem por finalidade o pleno desenvolvimento do educando, seu preparo para o exercício da cidadania e sua qualificação para o trabalho”.

Neste sentido, destaca-se a importância do envolvimento e participação de toda a comunidade escolar para a tomada de decisões, assim como descreve a Lei Federal nº 9394, de 1996 em seu Art. 1º. A educação abrange os processos formativos que se desenvolvem na vida familiar, na convivência humana, no trabalho, nas instituições de ensino e pesquisa, nos movimentos sociais e organizações da sociedade civil e nas manifestações culturais.

A comunidade escolar é estimulada a participar das atividades do educandário, através de programações organizadas pela direção, coordenadores e docentes, que incentivam uma participação mais ativa dos responsáveis na vida escolar de seus filhos.

As dificuldades percebidas no processo ensino-aprendizagem, segundo os professores, estão atreladas a alguns fatores tanto externos como internos, sendo que, cada vez mais, percebe-se que as crianças têm dificuldades na atenção e concentração exigidas nas atividades propostas e a falta de estímulo, em alguns casos, por parte das famílias também prejudica o aprendizado. Segundo os professores, em certos casos a indisciplina compromete docente.

Visando superar estas dificuldades, a escola propõe maior acompanhamento das famílias no desenvolvimento escolar de seus filhos, participação ativa nas reuniões pedagógicas, realização de palestras que venham orientar e esclarecer quanto a estas dificuldades, e em alguns casos encaminhamento de alunos para avaliação com psicóloga. Os casos de maior déficit de aprendizagem são encaminhados para avaliação neuropediatra, Sala de Apoio, Sala de Recursos Multifuncional e Classe Especial.

EQUIPE

DIRETORA
Marlice Inês Friedrich Gomes – Portaria nº 083/2017

SECRETÁRIA
Patricia Carine Scherer Mittanck – Portaria nº 266/2016

PROFESSORES
Cíntia Renata Schnitzer Limberger
Cleide Ines Dilkin Schweig
Daniele Volkmer
Denise Marlene Page
Dulce Hoffmann Lerner
Eliane Englert Hettwer
Graciela Aparecida Gregory Finkler
Mariane Genevra Schiewe
Sandra Lenaide Wutke Niedermeier

SERVIÇOS GERAIS
Regiane Fernanda Volkweis

MERENDEIRA
Eveline Scheffler da Nóbrega Skalle

HISTÓRICO

Diante de uma realidade muito dura, cheia de dificuldades, os pioneiros da época tinham em mente a grande necessidade de haver na comunidade uma escola em funcionamento. Após muitas reuniões realizadas, enfim, a história da educação do distrito teve seu inicio em 1961.

Inicialmente a escola funcionava num barracão, construída pela Colonizadora Maripá, que servia também de Igreja e abrigava as famílias migrantes que ainda não haviam construído suas próprias casas.
Com o passar do tempo a comunidade sentiu necessidade de fundar uma Instituição Escolar para que seus filhos pudessem ter um futuro mais promissor e digno. Conforme dados históricos uma escola de madeira com três salas de aula foi construída em 1965. Essa escola foi fundada no ano de 1967, CNEC (Campanha Nacional das Escolas da Comunidade) somente no período noturno, sendo essa instituição de cunho privado com o nome de Escola Padre Júlio Maria na época o distrito era pertencente ao município de Palotina.
No ano de 1971 foi inaugurado um moderno prédio em alvenaria, com quatro salas de aula demais dependências e a casa do zelador. O prédio foi construído pela FUNDEPAR.
Em 1985, passou a denominar-se Escola Municipal Arnaldo Busato- Ensino Pré Escolar e de 1º grau, autorizada pela Resolução Nº 4381/85-D. O. 24/09/1985. Tendo assim como aspecto fundamental o respeito às características regionais e locais da sociedade, da cultura e da economia, visando uma educação de qualidade consciente, científica e participativa.
Em conformidade à Deliberação nº 003/98 aprovada sob o processo nº 282/98 do Sistema Estadual de Ensino a Escola passou a denominar se: Escola Municipal Arnaldo Busato – Educação Infantil e Ensino Fundamental.
A resolução nº 03, aprovada em 03 de agosto de 2005, do Conselho Nacional de Educação / Câmara de Educação Básica, define as normas nacionais para a ampliação do Ensino Fundamental para 9 (nove) anos de duração, com a antecipação da obrigatoriedade de matrícula no Ensino Fundamental aos seis anos de idade. Assim a partir do ano de 2007, iniciou-se a implantação gradativa do Ensino Fundamental de nove anos e a conseqüente cessação do Ensino Fundamental de oito anos, prevista em sua totalidade para o ano de 2010. Este curso foi autorizado pela Resolução nº 1266/08.
Ato de autorização de funcionamento Escola Municipal Arnaldo Busato – Educação Infantil e Ensino Fundamental 1º a 4º série funcionamento desde 1976.
Ato de reconhecimento (resolução e data). Resolução Nº 4381/1985 D.O 10/09/1985.
Ato de renovação do reconhecimento: Autoriza o funcionamento do Ensino Fundamental  1º ao 5º ano por cinco anos desde 2007. Parecer  Nº 1188/08 CEF.
Renovação Autorização de PAR 2269/ 12 SEED CEF- Resolução Nº 3603/2012 de 11 de junho de 2012.
Ato administrativo de Aprovação do Regimento Escolar PAR- 107 de 06 de agosto de 1996.
Parecer que aprova o Regimento Escolar PAR 11.

A Escola Municipal Arnaldo Busato – Educação Infantil e Ensino Fundamental compartilha prédio com a Escola Estadual do Campo Vinicius de Moraes, tem como mantenedora a Prefeitura Municipal, através da Secretaria Municipal de Educação e Cultura. O espaço físico é bom e amplo, possui 01 sala de aula arejada e adequada acoplada de um banheiro específico para a turma de Pré, identificada e equipada com: 1 armário, quadro branco, mesa para o (a) Professor (a), pequenas carteiras escolares para os alunos da Educação Infantil, bem como materiais didáticos e pedagógicos tais como: Coleções Pedagógicas, Jogos Pedagógicos educativos e brinquedos apropriados para a idade, Fitas de Vídeo, CDs e DVDs com músicas e histórias infantis, Revistas, Livros de Literatura, Assinatura da Revista: Nova Escola e do Jornal: O Jornal.
Possui também mais cinco salas de aula, com quadro branco, armário, mesa para professores e carteiras para acomodar os alunos. Estas salas são compartilhadas com a Escola Estadual, sendo que esta funciona no período matutino com 6º ao 9º ano. A Escola Municipal Arnaldo Busato, tem seu funcionamento em ambos os períodos, pois no matutino, temos a turma de 4º e 5º anos (turma multisseriada), 4º ano com 9 (nove) alunos e 5º ano com 5 (cinco) alunos e no período vespertino funcionam regularmente: Pré I com 10 (dez) alunos e  Pré II 13 (treze) alunos; 1º ano com 8 (oito)  alunos; 2º  ano 14 (catorze) alunos; 3º ano 9 (nove) alunos.
Para recepção o ambiente é amplo e agradável, com acesso fácil a Sala da Direção, Secretaria e Sala dos Professores, bem como mural de avisos. O ambiente administrativo é composto por: Secretaria, Direção, Sala dos Professores, banheiro e Recepção. Possui também, Biblioteca e Sala de Informática.
O corpo Docente é formado por 6 professoras regentes,  1 Educadora Infantil, 1 Merendeira, 1 Serviços Gerais, 1 Diretora, 1 Secretária e 1 Coordenadora Pedagógica que realiza atendimentos por meio da Secretaria Municipal de Educação e Cultura.
Quanto as instalações sanitárias a Escola, em sua totalidade, possui 6 banheiros, completos e suficientes destes: dois específicos para Educadores, uma Lavanderia equipada, fica acoplada a cozinha e depósito de merenda, bem como, a dispensa para armazenamento de materiais de limpeza fica em outro espaço. O refeitório é um espaço amplo e arejado, está localizado em frente à cozinha, mobiliado adequadamente.
Ainda para as atividades externas a escola possui uma área livre, arborizada, com parquinho (com balanços, gangorras, escorregador entre outros). Além disso, há uma quadra coberta.
Recursos materiais – rádio, televisão, computador, aparelho de DVD, caixa de som, acesso a internet.
O espaço disponível para as atividades essenciais do estabelecimento são as salas de aula, quadra, biblioteca, sala dos professores. A utilização dos recursos materiais ocorre de acordo com as necessidades de cada atividade desenvolvida pelos professores, contudo existe a formação continuada, para que os mesmos possam empregar os recursos ao seu cotidiano, validando ainda para avaliação de desempenho que acontece de dois em dois anos segundo o Plano Carreira Municipal.

Atualmente possui um total de 79 alunos. 20 na Educação Infantil e 59 do Ensino Fundamental

EQUIPE

DIRETORA
Queila Cristina Hafemann Zimmermann – Portaria nº 082/2017

SECRETÁRIA
Greici Marli Hardt Morgenstern – Portaria nº 095/2016 – DOE 05/04/2016

AUXILIAR DE SERVIÇOS GERAIS E RESPONSÁVEL PELO CORREIO
Sereni Schroder Eisen

SERVIÇOS GERAIS/ MERENDEIRA
Cirlene Geib Kreuz, Marlisete Lange Eisen

ESTAGIÁRIOS
Jheini Thais Lange Ikert
Maicon Ewzebio da Silva

PROFESSORES
Cintia Renata Schnitzer Limberger
Charlene Andréia Sott Doerner
Denise Marlene Pagé
Graciela Aparecida Gregory Finkler
Joceli Pereira dos Santos
Kellen Raquel Eisen Ramos
Luis Fernando da Silva
Matilde Pereira do Nascimento
Sandra Luiz; Simone Maria Ferreira

HISTÓRICO
A colonização da então Vila Planalto hoje denominada Planalto do Oeste iniciou-se em 1962 sendo os primeiros colonos, originários do município de Santa Rosa do Rio Grande do Sul, a maior parte de origem germânica.
Sentido a necessidade de cultura para o povo, começou-se a preocupação com a escola. Convocaram a primeira reunião para construí-la. A escola foi criada em 15 de dezembro de 1962. Aos 13 dias do mês de maio de 1963 iniciaram-se as atividades escolares na Escola Municipal Willy Barth.
Quanto a isso a comunidade contou com a pronta colaboração do Senhor Willy Barth, diretor da companhia de terras da região, que doou o lote onde foi construída a escola, e por isso recebeu o seu nome. Como também, Alguns pioneiros de Vila Planalto muito colaboraram para a implantação da escola municipal Willy Barth na comunidade.

Nos dias de hoje a escola Municipal Willy Barth conta com 69 alunos, sendo 15 na Educação Infantil e 54 no Ensino fundamental.

 

EQUIPE

DIRETORA/PROFESSORA RESPONSÁVEL
Simone Thiel

SERVIÇOS GERAIS